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Fanuel C. GlanzmannBiblioteca · Psicólogo
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Superando um término

O fim de uma relação também pede luto

1Entender

Término é perda

Quando uma relação termina, perdemos a pessoa, mas também a rotina compartilhada, os planos de futuro, parte da identidade e, às vezes, amizades e lugares. Por isso o término é vivido como um luto, mesmo quando a decisão foi necessária ou partiu de nós.

O cérebro sente falta do vínculo de forma parecida com uma abstinência: vontade de checar redes sociais, mandar mensagem, reler conversas.

Um caminho que não é linear

Negação, raiva, saudade, tristeza, alívio e aceitação podem vir em qualquer ordem e voltar. Um dia bom seguido de um dia ruim não significa retrocesso. É assim que o luto se organiza.

O que ajuda a atravessar

Reduzir o contato e a checagem: silenciar ou deixar de seguir nas redes por um tempo.

Permitir sentir: chorar, falar, escrever. Emoção engolida volta com mais força.

Olhar a relação com os dois olhos: lembrar o que era bom e também o que não funcionava.

Reconstruir a rotina: horários, cuidado com o corpo, pessoas queridas.

Reabrir projetos pessoais: o que ficou de lado enquanto você estava na relação?

Etapas 2 a 5: praticar, ouvir, refletir e manter

Carta que não será enviada

Pode ser escrita ou gravada em áudio. Não é para mandar.

Áudio guiado: Recolhendo os pedaços (4 min)

12 cartas de reflexão

O que eu mais sinto falta?
O que eu não sinto falta nenhuma?
Que parte de mim ficou adormecida na relação?

Plano de manutenção

Sinais de alerta e o que fazer.

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